Minha mão está morta
E o turbilhão de minh'alma
Não traça mais que letras tortas
Vazias e sem sentido
O que me vai por dentro
À superfície não chega
E os devaneios sem centro
Perdem-se em meio ao nada
Tanto queria eu dizer-lhe
Mas tão nulo seria o impacto
Que abstenho-me do ato
E em agonia me calo
Em sufocar sentimentos
Tornar-me-ei tão perita
Que a mente, não mais aflita
Há de dizer enfim
Que à dor já não suporta
Porque a alma está morta.
E o turbilhão de minh'alma
Não traça mais que letras tortas
Vazias e sem sentido
O que me vai por dentro
À superfície não chega
E os devaneios sem centro
Perdem-se em meio ao nada
Tanto queria eu dizer-lhe
Mas tão nulo seria o impacto
Que abstenho-me do ato
E em agonia me calo
Em sufocar sentimentos
Tornar-me-ei tão perita
Que a mente, não mais aflita
Há de dizer enfim
Que à dor já não suporta
Porque a alma está morta.

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